São vários os estímulos que me levam a praticar Geocaching, sendo um deles o facto de esta actividade permitir-me chegar a locais onde possivelmente eu não chegaria se não fosse por este motivo, mesmo considerando que vivo numa ilha relativamente pequena. Mas não se trata apenas de chegar a zonas que se encontram mais ocultas, digamos assim. Há que considerar igualmente a progressão no terreno e as condições em que esta é feita, sendo que muitas vezes implica algum esforço, proporcionando igualmente um gozo enorme - em muitos casos atingir o objectivo principal passa para segundo plano, pois o verdadeiro prazer ao praticar esta actividade implica muito mais do que encontrar a geocache. Por exemplo, o prazer que se sente ao encontrar uma cache e registar a visita sentado num arnês e pendurado na corda é difícil de descrever a quem não pratique geocaching.
Fiz-me a esta geochache na companhia do Zé Maria, do Bruno Matos e do Francisco Morais, e tivémos o Zé como instrutor em virtude da sua vasta experiência em escalada e em montanha (inclusive nos Pirinéus), sendo portanto o rappel uma disciplina em que ele está à vontade (um facto que comprovámos no terreno). E todo o equipamento também era dele.
No total foram quatro escarpas molhadas que descemos em rappel: três para chegar à geocache, sendo que esta está escondida numa fenda na rocha da terceira escarpa, e a quarta e última para podermos sair da "garganta".
Naturalmente aproveitei para tirar umas fotos, mas não muitas, até porque fotografar não passava pelos objectivos principais. Além do mais as condições para a fotografia não eram as melhores, com zonas escuras a contrastar com os rasgos de claridade por entre as copas das árvores. De qualquer forma deixo aqui alguns registos.
Fiz-me a esta geochache na companhia do Zé Maria, do Bruno Matos e do Francisco Morais, e tivémos o Zé como instrutor em virtude da sua vasta experiência em escalada e em montanha (inclusive nos Pirinéus), sendo portanto o rappel uma disciplina em que ele está à vontade (um facto que comprovámos no terreno). E todo o equipamento também era dele.
No total foram quatro escarpas molhadas que descemos em rappel: três para chegar à geocache, sendo que esta está escondida numa fenda na rocha da terceira escarpa, e a quarta e última para podermos sair da "garganta".
Naturalmente aproveitei para tirar umas fotos, mas não muitas, até porque fotografar não passava pelos objectivos principais. Além do mais as condições para a fotografia não eram as melhores, com zonas escuras a contrastar com os rasgos de claridade por entre as copas das árvores. De qualquer forma deixo aqui alguns registos.
O Zé a preparar-se para descer um dos rappeis. Ele tinha de ser o último a descer.
O Francisco Morais a rappelar em grande estilo, na escarpa onde está escondida a cache.
O Bruno Matos, também em grande estilo, na mesma escarpa.
O Zé a descer com o mesmo à vontade com que anda. Quem sabe, sabe.
Mas o Bruno também registou alguns dos momentos em que eu prestava atenção ao que realmente importava, ou seja, o rappel.
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| Foto: Bruno Matos |
Aqui verifico as condições da descida que se seguia.
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| Foto: Bruno Matos |
E para não pensarem que estive apenas a fotografar... :-)
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| Foto: Bruno Matos |
A observar a rocha e um dos parceiros de descida.
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| Foto: Bruno Matos |
Não fosse a camisola vermelha, nem se dava por mim nesta foto, lá em baixo.
Uma experiência a repetir, sem dúvida - o bichinho ficou.




4 comentários:
Altamente! Isso com água deve ser uma loucura.
Já agora isso é na Vila Nova?
É entre a Casa da Ribeira e a Serra do Cume.
Bom não sei se tinha coragem pra isso :P mas deve valer pela experiência :)
Vale e de que forma, Luís. Recomendo vivamente.
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