Acontece com alguma regularidade perguntarem-me de que raio se trata afinal o Geocaching, ao que esclareço que se trata de uma actividade praticada ao ar livre, na maior parte dos casos em contacto com a natureza (esta actividade pode ser - e é, efectivamente - praticada também em ambientes urbanos) e aplicando sempre a georeferenciação, recorrendo a dispositivos equipados com sistema de posicionamento global (GPS). O principal objectivo do Geocaching é encontrar uma Geocache (ou simplesmente cache) escondida algures, numa localização cujo ponto geográfico é único no planeta - o local onde estás sentado a ler este post, por exemplo, está associado a um ponto geográfico que não se repete em mais lado nenhum, é único.
Normalmente a reacção de quem ouve a explicação do conceito e do(s) seu(s) objectivo(s) tem como base uma de duas interpretações desta actividade: há quem encare o Geocaching como algo realmente interessante e há quem desvalorize a actividade referindo-se a ela como uma brincadeira para crianças - afinal de contas trata-se de uma caça ao tesouro, mas no lugar de um mapa "à pirata" é utilizado o GPS (coisas da tecnologia).
Bom, pode ser uma brincadeira para crianças, é verdade. Mais, deve ser uma brincadeira para crianças, se os objectivos passam por incutir nelas a perícia, a curiosidade, a destreza e o prazer pela prática de actividades ao ar livre, no lugar de ficarem "prisioneiras" da TV, do computador e das consolas de jogos. Se a isto associarmos geocaches criadas a pensar especialmente nos mais novos, tanto melhor. É o caso da cache na imagem abaixo.
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