Sem que tenha feito planos para tal, o facto é que fui parar à Poça dos Frades neste Domingo após o almoço. Eu nem sei quantos anos passaram desde a última vez que fui àquele local, onde em criança tomei banhos de mar e apanhei sol, na companhia do meu padrinho e do meu primo, ambos chamados Marcelo.
Infelizmente não tive a disponibilidade para fotografar como pretendia - a pequena Leonor requisitou os meus serviços de motorista e a minha atenção na qualidade de pai para irmos ao relvão fazer aquilo que ela mais gosta, que é como quem diz: brincar.
Ainda assim fiz três fotos na Poça dos Frades e outras duas no curto e despercebido percurso que nos conduz até lá.
Infelizmente não tive a disponibilidade para fotografar como pretendia - a pequena Leonor requisitou os meus serviços de motorista e a minha atenção na qualidade de pai para irmos ao relvão fazer aquilo que ela mais gosta, que é como quem diz: brincar.
Ainda assim fiz três fotos na Poça dos Frades e outras duas no curto e despercebido percurso que nos conduz até lá.
A casa nas duas fotografias abaixo é uma daquelas casas que eu gostaria que fossem minhas. Se me dessem a escolher uma qualquer casa cá na ilha, esta seria uma séria candidata a ser a escolhida. Gosto dela desde os tempos em que estava abandonada e tinha um ar de mansão sinistra e fantasmagórica. Depois de recuperada, aqui há uns anos, voltou a brilhar.
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